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Publicado por EM Saúde| Atualizado em: 07/10/2016 às 22h00m

Aedes Aegypti: Mosquito transmissor da Dengue

A dengue é uma doença recente no Brasil e muito frequente no verão, por isso o número de pessoas infectadas com a dengue tem aumentado infelizmente a cada dia, fazendo com que as autoridades da Saúde no país lancem campanhas de prevenção através de panfletos, jornais, revistas, Internet e televisão. A dengue é transmitida através do mosquito Aedes Aegypti fêmea que se multiplica e procria em locais com água parada, principalmente em pneus, base de vasos de plantas, calhas, caixas d’água, poços, dentre outros locais em que a água permaneça parada e limpa, já que em locais onde a água está suja, o mosquito não deposita seus ovos. A principal maneira de prevenir a procriação do mosquito da dengue é evitar a água parada, pois todo processo de procriação do mosquito transmissor é feita na água limpa e parada que infelizmente é comum nas edificações de todo o país.

Mosquito da Dengue

Mosquito da Dengue

Os sintomas da dengue são bastante parecidos com os sintomas da gripe comum, porém, estes sintomas aparecem de forma mais intensa e adicionado há alguns outros sintomas. Existem ainda dois tipos de dengue mais comuns, tais como a dengue clássica e hemorrágica. A dengue clássica é o tipo da doença mais fácil de se tratar, já a hemorrágica o tratamento é ainda mais intenso pois pode causar hemorragias pelo corpo e só ocorre, quando o paciente já contraiu a dengue clássica pelo menos uma vez. Confira abaixo os sintomas de ambos tipos de dengue:

O mosquito Aedes Aegypti

O Mosquito Aedes Aegypti mede cerca de 0,5 centímetro e tem aparência semelhante ao pernilongo, porém, em cores diferentes, já que é preto com listras brancas por todo o corpo e nas pernas. Ele é considerado um mosquito diurno, pois costuma acatar logo nas primeiras horas do dia, não atacando durante a noite como os pernilongos. Sua picada é imperceptível no momento, pois não dói e nem causa coceira. A transmissão do vírus da dengue ocorre pelo aedes aegypti fêmea, que pica a pessoa infectada, armazena o vírus na saliva, e ao picar outra pessoa, retransmite o vírus. O mosquito Aedes Aegypti pode transmitir também a febre amarela, dengue, zika vírus e chikungunya.

Aedes Aegypti

Aedes Aegypti

Após a ingestão do sangue infectado, inicia-se no organismo do mosquito um período de incubação, onde após este período, o mosquito passa a ser um transmissor por toda sua vida, já que o vírus se mantem incubado em seu organismo. O mosquito macho assim como outros se alimenta de frutas, enquanto a fêmea necessita de sangue para o amadurecimento dos ovos, que geralmente são depositados em paredes internas de objetos, água limpa ou locais que lhes ofereçam boas condições de sobrevivência. No momento da postura os ovos são brancos, tornado-se pretos ao longo dos dias. Caso a fêmea do Aedes Aegypti esteja contaminada, todos os filhotes também transmitirão a dengue.

Sintomas da Dengue

Os sintomas da dengue clássica são como já dito bastante parecidos com o da gripe, tais como dores nas costas, na cabeça e nos olhos, febre alta, prostração e manchas vermelhas pelo corpo. Já os sintomas da dengue hemorrágica são sangramentos espontâneos, dores abdominais que podem ser intensas e contínuas, cianose, hepatomegalia dolorosa, agitação ou letargia ou também conhecida como falta de sono, hipotensão postural e arterial, taquicardia, vômitos persistentes, pulso rápido ou fraco, extremidades frias, liptomia, sudorese profunda, derrames cavitários e melhora súbita da febre até o quinto dia. Assim que os sintomas de febre acabam, a pressão arterial da pessoa cai, gerando choque, tontura e queda, podendo levar à morte em pouco tempo.

Tratamento da Dengue

O tratamento da dengue clássica é bastante simples, pois consiste no repouso absoluto do paciente seguido da alimentação com frutas, legumes, verduras, além da ingestão de muito líquido e soro fisiológico acompanhado por consultas regulares com um médico especializado. Já o tratamento da dengue hemorrágica é mais complexo, pois exige observação hospitalar e o acompanhamento de um médico especializado no tratamento, afim de evitar hemorragias internas, que infelizmente são a principal responsável pelo óbito de pacientes desta categoria da doença. O tratamento por sua vez é feito apenas em centros hospitalares, onde o paciente se mantém internado, em observação e recebendo remédios para cortar o efeito da doença e manter a pressão arterial estável.

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