Você está em Noticiaki > Tecnologia > Site WikiLeaks – www.wikileaks.org

Publicado por Tyagho Souza EM Internet, Sites | Atualizado em: 09/12/2010 às 14h29m

Site WikiLeaks – www.wikileaks.org

Site WikiLeaks

Recentemente temos ouvido falar muito sobre o site WikiLeaks, pois após liberar na Internet informações confidenciais dos Governos de vários países do mundo e que acabou até mesmo na prisão de seu criador, o australiano Julian Assange. Julian está sendo acusado não somente de divulgação de informações confidenciais no WikiLeaks das relações governamentais dos Estados Unidos com outros países, mas também pelo motivo de agressão sexual a duas mulheres.

WikiLeaks

WikiLeaks

O site WikiLeaks fica hospedado na Suécia e tem seu conteúdo escrito por fontes anômimas, além de divulgar ainda documentos, fotos, e outros tipos de informações confidenciais. Com o aparecimento do WikiLeaks, muitos imaginaram que o site fosse uma extensão do Wikipedia, porém ambos não possuem relação alguma, e não podendo ter seu conteúdo alterado assim como a rede de sites Wiki. O site foi lançado em Dezembro de 2006 e em dezembro de 2007, já possui mais de 1,2 milhões de documentos em seus bancos de dados, que são gerenciados por The Sunshine Press.

Site WikiLeaks

Site WikiLeaks

Após ser bombardiado na Internet pela divulgação de conteúdos confidenciais, o site do WikiLeaks teve seu domínio principal (www.wikileaks.org) tirado do ar, foi ai que o seu proprietário, pediu a criação de mirrors, espelhos do conteúdo do site por todo mundo, o que resultou na disponibilização do site nos domínios at, ch, de, fi, is, nl, no, pl e si. Disponível ainda nos idiomas Árabe, Alemão, Espanhol, Francês, Inglês, Japonês, Coreano, Norueguês, Português, Russo, Turco e Ucraniano. Atualmente para acessar o site oficial, é necessário acessar por http://213.251.145.96. Acesse e conheça o site WikiLeaks.


Recomendamos também:


Encontre o que deseja:

Receba as novidades do NoticiAki em seu e-mail:

Gostou? Deixe seu comentário abaixo!

Um comentário em Site WikiLeaks – www.wikileaks.org

  1. Marcelo Antonio da Silva disse:

    Uma revolucionária tese de doutorado produzida no Instituto Militar de Engenharia (IME) do Exército – Simulação numérica de detonações termonucleares em meios Híbridos de fissão-fusão implodidos pela radiação – pelo físico Dalton Ellery Girão Barroso, confirma que o Brasil já tem conhecimento e tecnologia para, se quiser, desenvolver a bomba atômica. “Não precisa fazer a bomba. Basta mostrar que sabe”, disse o físico.
    Mantida atualmente sob sigilo no IME, a pesquisa foi publicada num livro e sua divulgação provocou um estrondoso choque entre o governo brasileiro e a Agência Internacional de Energia Atômica (AEIA), responsável pela fiscalização de artefatos nucleares no mundo inteiro. O pesquisador desenvolveu cálculos e equações que permitiram interpretar os modelos físicos e matemáticos de uma ogiva nuclear americana, a W-87, cujas informações eram cobertas de sigilo, mas vazaram acidentalmente.
    Barroso publicou o grosso dos resultados da tese no livro “A Física dos explosivos nucleares” (Editora Livraria da Física, 439 páginas), despertando a reação da AIEA e, como subproduto, um conflito de posições entre os ministros Nelson Jobim, da Defesa, e Celso Amorim, das Relações Exteriores. A crise vinha sendo mantida em segredo pelo governo e pela diplomacia brasileira.
    A AIEA chegou a levantar a hipótese de que os dados revelados no livro eram secretos e só poderiam ter sido desenvolvidos em experimentos de laboratório, deixando transparecer outra suspeita que, se fosse verdade, seria mais inquietante: o Brasil estaria avançando suas pesquisas em direção à bomba atômica.
    A AIEA também usou como pretexto um velho argumento das superpotências: a divulgação de equações e fórmulas secretas, restritas aos países que desenvolvem artefatos para aumentar os arsenais nucleares, poderia servir ao terrorismo internacional. Os argumentos e a intromissão da AIEA nas atividades acadêmicas de uma entidade subordinada ao Exército geraram forte insatisfação da área militar e o assunto acabou sendo levado ao ministro da Defesa, Nelson Jobim.
    No final de abril, depois de fazer uma palestra sobre estratégia de defesa no Instituto Rio Branco, no Rio, Jobim ouviu as ponderações do ministro Santiago Irazabal Mourão, chefe da Divisão de Desarmamento e Tecnologias Sensíveis do MRE, numa conversa assistida pelos embaixadores Roberto Jaguaribe e Marcos Vinicius Pinta Gama. A crise estava em ebulição.
    Jobim deixou o local com o texto de um documento sigiloso entitulado Programa Nuclear Brasileiro – Caso Dalton, entregue pelo próprio Mourão. Mandou seus assessores militares apurarem e, no final, rechaçou as suspeitas levantadas, vetou o acesso da AIEA à pesquisa e saiu em defesa do pesquisador.
    Num documento com o carimbo de secreto, chamado de Aviso 325, ao qual o Jornal do Brasil teve acesso, encaminhado a Celso Amorim no final de maio, Jobim dispara contra a entidade. “A simples possibilidade de publicação da obra no Brasil e sua livre circulação são evidência eloquente da inexistência de programa nuclear não autorizado no País, o que, se fosse verdade, implicaria em medidas incontornáveis de segurança e sigilo”, criticou o ministro no documento.
    Diplomacia
    Amorim teria assumido uma posição dúbia, tentando contornar a crise sugerindo que o pleito da AIEA fosse atendido, pelo menos em parte, como convém sempre à diplomacia. A entidade queria que o livro fosse recolhido e exigiu dados mais detalhados sobre o método e as técnicas utilizadas pelo físico brasileiro. Insistia que o conteúdo do livro era material sigiloso. Jobim bateu o pé e, em nome da soberania e da clara opção brasileira de não se envolver na construção de arsenais nucleares – explicitada na Constituição – descartou qualquer interferência no setor.
    Situado na Praia Vermelha, o IME é um órgão de pesquisa básica, com curso de pós-graduação e extensão universitárias para civis e militares, subordinado ao Comando do Exército. O ministro citou a banca examinadora do IME, formada por seis PhDs em física, entre eles o orientador de Barroso, Ronaldo Glicério Cabral, para garantir que a tese é trabalho teórico e sem vínculo com qualquer experiência realizada no Brasil. Jobim citou o respeito a tratados para afirmar que o Brasil tem credibilidade para pesquisar “à margem de suspeições de qualquer origem”.
    Jobim enfatizou ainda que o recolhimento compulsório do livro, como queria a AIEA, implicaria em grave lesão ao direito subjetivo protegido pela Constituição. Em outras palavras, seria uma censura a uma obra acadêmica com a chancela do governo Lula. E ainda criticou a entidade que, segundo ele, não justificou os comentários sobre a obra e nem apresentou base científica para amparar o questionamento.
    A crise é uma ferida ainda não cicatrizada. Jobim não quis dar entrevista sobre o assunto, mas confirmou que encaminhou o documento ao Ministério das Relações Exteriores, responsável pelas conversações diplomáticas com entidades como a AIEA. Procurado pelo Jornal do Brasil, Amorim não retornou. O presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) – o órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia responsável pelo apoio aos inspetores da AIEA – Odair Dias Gonçalves, também não quis falar.

    O Brasil assinou o Tratado de Não-Proliferação Nuclear, mas especialistas suspeitam que o país pode estar trabalhando em uma bomba nuclear. É permitido ao país enriquecer urânio legalmente para seus submarinos nucleares, mas ninguém sabe o que acontece ao combustível assim que chega às bases militares restritas.

    ***

    Em outubro de 2009, o renomado periódico americano “Foreign Policy” publicou um artigo intitulado “As Futuras Potências Nucleares Com as Quais Você Devia se Precupar”. Segundo o autor, Cazaquistão, Bangladesh, Mianmar, Emirados Árabes Unidos e Venezuela são os próximos candidatos –após o Irã– para ingresso no clube das potências nucleares. Apesar de seus argumentos interessantes, o autor não mencionou a potência nuclear potencial mais importante: o Brasil.

    Atualmente, o Brasil é visto com alta estima pelo restante do mundo. Seu presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, se tornou um astro no palco internacional. “Esse é o cara”, disse certa vez o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em um elogio ao seu par brasileiro. Lula, como se sabe, pode até mesmo receber o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, com todas as honras e apoio ao seu programa nuclear, pelo qual o Irã atualmente enfrenta o ostracismo por parte do restante do mundo.

    A autoconfiança de Lula é um indicativo da reivindicação por parte do Brasil do status de grande potência –inclusive em termos militares. A reivindicação militar está refletida na Estratégia Nacional de Defesa, que foi apresentada no final de 2008. Além do domínio do ciclo completo do combustível nuclear –que já foi conseguido– o documento pede pela construção de submarinos nucleares.

    Pode soar inofensivo, mas não é, porque o termo “submarino nuclear” poderia ser uma fachada para um programa de armas nucleares. O Brasil já teve três programas nucleares secretos entre 1975 e 1990, com cada uma das Forças Armadas buscando sua própria rota. A abordagem da Marinha provou ser a mais bem-sucedida: usando centrífugas importadas de alto desempenho para produzir urânio altamente enriquecido a partir de hexafluoreto de urânio, para poder operar pequenos reatores para submarinos. No momento apropriado, a capacidade nuclear recém-adquirida do país seria revelada ao mundo com uma “explosão nuclear pacífica”, baseado no exemplo estabelecido pela Índia. O poço de 300 metros para o teste já tinha sido perfurado. Segundo declarações do ex-presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear, em 1990 os militares brasileiros estavam prestes a construir uma bomba.

    Mas isso nunca aconteceu. Durante o curso da democratização do Brasil, os programas nucleares secretos foram abandonados. Segundo a Constituição de 1988 do país, as atividades nucleares ficaram restritas a “usos pacíficos”. O Brasil ratificou em 1994 o Tratado para a Proibição de Armas Nucleares na América Latina e no Caribe e, em 1998, o Tratado de Não-Proliferação Nuclear e o Tratado Abrangente de Proibição de Testes Nucleares. O flerte do Brasil com a bomba aparentemente terminou.

    Sob Lula, entretanto, este flerte foi reiniciado e os brasileiros estão ficando cada vez menos hesitantes em brincar com sua própria opção nuclear. Poucos meses após a posse de Lula em 2003, o país retomou oficialmente o desenvolvimento de um submarino nuclear.

    Mesmo durante sua campanha eleitoral, Lula criticou o Tratado de Não-Proliferação, o chamando de injusto e obsoleto. Apesar do Brasil não ter abandonado o tratado, ele endureceu as condições de trabalho para os inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). A situação se tornou tensa em abril de 2004, quando foi negado à AIEA acesso ilimitado a uma instalação de enriquecimento recém-construída em Resende, perto do Rio de Janeiro. O governo brasileiro também deixou claro que não pretendia assinar o protocolo adicional do Tratado de Não-Proliferação, que exigiria a abertura de instalações antes não declaradas para inspeção.

    Em meados de janeiro de 2009, durante uma reunião do Grupo dos Fornecedores Nucleares, um grupo de seis países fornecedores que trabalha visando a não-proliferação por meio do controle das exportações de materiais nucleares, os motivos por trás dessa política restritiva ficaram claros para os presentes, quando o representante do Brasil fez o máximo possível para combater as exigências que tornariam transparente o programa de submarinos nucleares.

    Por que todo esse sigilo? O que há para esconder no desenvolvimento de pequenos reatores para mover submarinos, sistemas que vários países possuem há décadas? A resposta é tão simples quanto perturbadora. O Brasil provavelmente também está desenvolvendo algo mais nas instalações declaradas como voltadas à produção de submarinos nucleares: armas nucleares. O vice-presidente José Alencar ofereceu um motivo quando defendeu abertamente a aquisição de armas nucleares pelo Brasil, em setembro de 2009. Para um país com uma fronteira de 15 mil quilômetros e ricas reservas de petróleo em alto-mar, disse Alencar, essas armas não seriam apenas uma ferramenta importante de “dissuasão”, mas também dariam ao Brasil os meios de aumentar sua importância no cenário internacional. Quando foi apontado que o Brasil tinha assinado o Tratado de Não-Proliferação Nuclear, Alencar reagiu calmamente, dizendo que era um assunto aberto a negociação.

    Como exatamente o Brasil poderia produzir armas nucleares? A resposta, infelizmente, é que seria relativamente fácil. Uma pré-condição para a fabricação legal de pequenos reatores para os motores de submarino é que o material nuclear regulado pela AIEA seja aprovado. Mas como o Brasil designa suas instalações de produção de submarinos nucleares como sendo áreas militares restritas, os inspetores da AIEA não mais têm acesso. Em outras palavras, assim que o urânio enriquecido fornecido legalmente passa pelo portão da instalação onde os submarinos nucleares estão sendo construídos, ele pode ser utilizado para qualquer propósito, incluindo a produção de armas nucleares. E como quase todos os submarinos nucleares funcionam com urânio altamente enriquecido, que por acaso é o urânio do mesmo grau utilizado para armas, o Brasil pode facilmente justificar a produção de combustível nuclear altamente enriquecido.

    Mesmo sem nenhuma prova definitiva das atividades nucleares do Brasil (ainda), eventos do passado sugerem que é altamente provável que o Brasil esteja desenvolvendo armas nucleares. Nem a proibição constitucional e nem o Tratado de Não-Proliferação impedirão isso de acontecer. Tudo o que bastaria para obtenção de uma resolução parlamentar para eliminar esses obstáculos seria Lula dizer que os Estados Unidos não têm o direito de ter o monopólio das armas nucleares nas Américas. Se isso acontecesse, a América Latina não mais seria uma zona livre de armas nucleares –e a visão de Obama de um mundo livre de armas nucleares estaria liquidada.
    1. Sem dúvida nenhuma que o Brasil deve dominar o processo de fabricação da bomba, bem como fabrica-la. Lamentavelmente, tivemos governantes, com a mente turva, que se acovardaram diante da chantagem americana; ou então foram inocentes. Está claro que os americanos que tem a bomba, nao querem que os outros a tenham, para eles chantagearem, ameaçarem ou impedirem o desenvolvimento de outros países, como tentam fazer com Brasil: Estao cercando a area do pré-sal com a sua 4ª frota; estao na amazonia colombiana, sob o pretexto de combater o crime organizado. Fora isso, tem o problema de lançamento de foguetes na base Alcantara, que por 3 tentativas de testes, para colocação de satélite em orbita da terra, descobriu-se que houve sabotagem americana: na 1ª houve emissao de radiação sobre o foguete, atraves de aviao-radar, e quando este foi lançado explodiu no ar; no 2º, na vespera do lançamento os militares desconfiaram da emissao de algo estranho, e vasculharam a redondeza e descobriu-se no fundo do mar, proximo, radiotransmissores, capaz de detectar informações sigilosas e repassá-las para qualquer receptora militar no mundo; na 3ª , mais recentemente, houve uma grande explosão na base lançamento de foguetes matando mais 20 engenheiros aeronautas, e praticamente, destruindo a base ; os motores do foguete estavam desligados. Posteriormente, descobriu-se que os hotéis próximos à base estavam infestados de americanos. Que após a catástrofe desapareceram .Um prejuízo enorme para nós e para os interesses do país. Como o Brasil tem agua em abundancia, alimento em abundancia, riquezas naturais em abundancia, incluindo o petroleo, deve ter a bomba sim, nem que seja de forma clandestina; e o mais urgente possível, como tambem, deve fabricar o submarino nuclear e porta-avioes para 60 caças ou mais para proteger a nossa riqueza ou os nossos interesses ou então renunciemos a soberania e deixamos os outros tomar conta de tudo, o que é uma covardia.
    2. Barros Moreira disse que os recursos do Brasil tornaram-no um “alvo” para a agressão estrangeira. “O mundo carece de água, energia, alimentos e minerais”, disse ele. “O Brasil é rico em tudo isso. Por isso tudo nós temos que colocar um cadeado forte na nossa trance.”
    O cenário internacional é caracterizada cada vez mais pelos conflitos abertos e acentuados entre os Estados-nações capitalistas rivais sobre o controle dos recursos e dos mercados.. Este processo tem encontrado a sua expressão mais aguda na erupção do militarismo americano, como Washington pretende explorar a sua superioridade militar para compensar o seu relativo declínio econômico, lançando duas guerras de agressão para o controle de- regiões ricas em energia, no decurso dos últimos sete anos .

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *